7 de out. de 2012

Rio de Janeiro vence o Fluminense e conquista o seu 10º título estadual

Contando com a americana Logan Tom, equipe do técnico Bernardinho passa fácil pelo Tricolor e fatura o troféu pela nona temporada consecutiva


Duas vitórias. Foi o que o Rio de Janeiro precisou para levantar seu décimo título estadual, o nono consecutivo. Depois de estrear na competição apenas na semifinal com um tranquilo 3 a 0 sobre o Botafogo, a equipe do técnico Bernardinho repetiu a dose neste domingo diante do jovem time do Fluminense e assegurou mais um troféu. Com direito a homenagem às campeãs olímpicas Natália e Fabi antes de o jogo começar, a vitória por 3 a 0, parciais de 25/14, 25/19 e 25/11, marcou também a estreia da americana Logan Tom, medalhista de prata nos Jogos de Pequim 2008 e Londres 2012.
- O time ainda está com alguns processos em andamento, como a recuperação da Natália, que está voltando aos poucos, e da Gabi, que ficou de fora dessa final, com uma pequena contusão. Etretanto, ganhamos o reforço da Logan Tom, uma excelente jogadora, que conhece muito o voleibol, o que acaba facilitando o meu trabalho - comentou Bernardinho.
Se a décima conquista do Rio de Janeiro já era mais do que esperada, o que ninguém previa era um começo de jogo arrasador da jovem equipe tricolor. Comandado por Hylmer Dias, que também trabalha como auxiliar de Bernardinho durante parte da temporada e é um velho conhecido das rivais, o Fluminense abriu surpreendentes 6 a 1 e obrigou o técnico da seleção brasileira masculina a parar o jogo.





Desta vez, porém, Bernardinho nem precisou falar muito alto. A resposta foi imediata e veio dentro de quadra, com a vantagem no placar mudando rapidamente de lado. Sem a recém-contratada Gabi, mas com o reforço de Logan Tom, que iniciou a partida entre as titulares, o Rio de Janeiro confirmou a lógica e fez 25 a 14.
Formado praticamente por jogadoras juvenis, o Fluminense iniciou o segundo set com o mesmo ímpeto e alegria da parcial anterior. Só que, desta vez, as adversárias também entraram ligadas. E quando um time superior tecnicamente iguala na vontade, fica ainda mais complicado resistir. Principalmente com a atacante Logan Tom inspirada. Com um saque fulminante e um aproveitamento quase perfeito no ataque, a americana levou o Rio de Janeiro à vitória por 25 a 19.
Com a partida praticamente decidida, Bernardinho aproveitou para dar ritmo de jogo à atacante Natália e à central Mara, jovem revelada pelo próprio Fluminense. Se os nomes em quadra mudaram, o volume de jogo e a maior qualidade do Rio de Janeiro não. Sem cometer erros, o Rio se apressou em fechar a parcial em 25 a 11 para poder festejar seu décimo título estadual.

Fonte: Globoesporte.com

6 de out. de 2012

A primeira vez de Natália!


Unilever vence Botafogo e está na final do Carioca de Vôlei


Em seu primeiro jogo na temporada 2012/13, a Unilever venceu o Botafogo por 3 x 0 (25/11, 25/10, 25/17), em partida válida pela semifinal do Campeonato Estadual, com duração de 1h06. Acompanhada por quase 1.000 pessoas, o confronto foi realizado no final da tarde desta sexta-feira (05/10), no ginásio do adversário, em General Severiano, na zona sul do Rio de Janeiro. Domingo (07/10), às 18 horas, no ginásio da Tijuca, na zona norte da cidade, a Unilever decide o título com o vencedor da outra semifinal, entre Fluminense e Volta Redonda, que jogariam nesta sexta-feira, às 20h, no ginásio do tricolor das Laranjeiras. A final será transmitida pelo Canal Sportv.
A Unilever, que busca seu décimo título carioca - o nono consecutivo - treinou completa apenas quatro dias para enfrentar o Botafogo. Mesmo assim, cumpriu bem a orientação de Bernardinho. "Elas conseguiram estar à vontade na quadra, quebrando o gelo da estreia", disse ele, que é torcedor do Botafogo. "Lamento apenas ter de enfrentar o meu time do coração", brincou.
A Unilever iniciou a partida com a levantadora Fofão, as ponteiras Gabi e Régis, as centrais Juciely e Valeskinha, a oposta Sarah Pavan e a líbero Fabi. As demais jogadoras - Natália, Amanda, Mara, Roberta e Bruna - entraram a partir do segundo set. Afastada por conta de duas cirurgias na canela desde a última temporada, a ponteira Natália, da seleção brasileira, campeã olímpica em Londres, finalmente estreou com a camisa da Unilever.
Juju, a outra libero, não foi relacionada para a partida, assim como a americana Logan Tom, liberada pelo técnico para resolver questões pessoais, pois chegou ao Brasil há uma semana. É provável que ela seja escalada para a finalíssima de domingo.
O Botafogo jogou com a levantadora Patrícia, as ponteiras Renata e Bruna, a oposta Thaís, as centrais Paula e Arlete e a libero Luma. Entraram Raquel, Lívia, Carol e Angélica. A equipe foi comandada por Ana Richa, uma das levantadoras da seleção brasileira na década de 80



Natália desencanta

Há um ano e meio sem jogar pela Unilever, Natália se soltou em quadra. O 19º ponto do segundo set foi o primeiro da jogadora vestindo a camisa da equipe carioca. "Fiquei muito emocionada com o apoio da torcida. E logo avisei ao preparador Fiapo que se eu chorasse não seria de dor", afirmou.
Gabi, que confessou estar recebendo boas dicas da também ponteira Logan Tom nos treinamentos, admitiu também ter ficado emocionada. O motivo é outro: estar jogando com a levantadora Fofão. "Só faltou eu pedir para me beliscarem para ter certeza de que estava atuando do lado dela, uma das melhores da posição de todos os tempos", disparou.



A partida

Gabi que atacou, defendeu e até bloqueou bem, apesar da baixa estatura (tem 1.80m), foi o grande destaque do primeiro set. O primeiro e o último ponto da Unilever nessa parcial de 25/11 foram dela. O segundo set foi ainda mais tranquilo para o time de Bernardinho que chegou ao primeiro tempo técnico com 8/1 no placar. Já com todas as jogadoras do banco em quadra no terceiro set, a equipe manteve o foco e fechou a partida com 25/17. 
A canadense Sarah Pavan, a outra estrangeira e maior pontuadora do último campeonato italiano, lembrou que é bom fazer jogos teoricamente mais tranqüilos para ir dando ritmo à equipe. A sensação de estrear no vôlei brasileiro foi resumido em uma única frase: "Achei tudo muito legal". 
Para a experiente levantadora Fofão, de 42 anos, a falta de entrosamento não prejudicou a equipe. "Fomos encontrando as soluções durante o jogo, pois sabemos que cresceremos à medida que formos atuando", analisou.



Fonte: Unilever Vôlei - Oficial

3 de out. de 2012

Meninas da Unilever têm dia de estrelas

Essa última quarta-feira (2) foi diferente para todo o time da Unilever. Tanto jogadoras quanto comissão técnica deixaram a quadra um pouquinho de lado e deram uma de modelos. Um supermake foi feito nas jogadoras para que elas ficassem lindas de arrasar nas fotos para o  material promocional da equipe.
Acostumado a ver as meninas suadas, com rabo de cavalo e sem maquiagem, Bernardinho se divertiu vendo as pupilas fotografarem. "É um dia diferente na vida delas. É um fuzuê no estúdio, com direito a muito falatório. Se pudessem, nem treinariam no período da tarde para poderem ficar maquiadas o dia todo", comentou o treinador.



Fofão, que na maior parte do tempo está de cara lavada, gostou da experiência de se produzir um pouco mais. “Gosto de jogar de cara limpa. No estúdio temos a oportunidade de ver o outro lado de cada uma. Dificilmente nos encontramos assim, tão produzidas", disse a levantadora.
Fabi é outra que quase nunca colore o rosto, mas, assim como a companheira, se sentiu linda para fazer as fotos. “Não me sinto muito confortável maquiada, mas é legal a gente poder se ver de outro jeito. Quem não gosta de ficar bonita?", indagou a líbero.    
 

Fonte: Saque Viagem

2 de out. de 2012

Campeonato Carioca: Unilever pega o Botafogo pela semifinal do Estadual

Na próxima sexta-feira (5/10), às 17 horas, a Unilever enfrenta o Botafogo, no ginásio do adversário, em partida válida pela semifinal do Campeonato Estadual. Na ocasião, o técnico Bernardinho contará com a jovem ponteira Gabi, revelação da última Superliga, que defendeu a seleção brasileira na Copa Yeltsin, realizada em julho, na Rússia. Gabi, que servia a seleção brasileira juvenil, foi a última jogadora a se integrar à equipe.